Como surgiu o Natal?
Este artigo é para você refletir sobre o consumismo exagerado no fim de ano, porque comprar presente para todos? para que gastar tanto?
O comércio na internet é um dos que mais vende neste período do ano, analise suas reais motivações para tantas compras e gastos de acordo com o texto abaixo.
De onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdades surpreendentes que o alarmarão! Faça um teste. O que você sabe sobre a origem da árvore de Natal, do “Papai Noel” da coroa de azevinho, e do costume de trocar presentes?
Como, quando surgiu o Natal pela primeira vez? Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus?
Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que tantos pagãos o celebram também, você sabe?
Por que nessa época tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Será por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus? A resposta poderá surpreendê-lo.
O que as enciclopédias afirmam, desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que a aprova. Vejamos o que diz a Enciclopédia Católica edição inglesa de 1911 publicada pela igreja, sob o título “Natal”. “O Natal não era contado entre as primeira festas da Igreja... os primeiros indícios da festa provém do Egito”. “Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de janeiro, lentamente modificaram-se na festa do Natal”.
A Enciclopédia Britânica, edição de 1946, afirma: “O Natal não era contado entre as primeiras festas da Igreja...”. Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridade bíblica. Foi adquirida mais tarde do paganismo.
A Enciclopédia Americana, edição de 1944, declara: “O Natal não foi celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral, era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. (A “Comunhão”, instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial da morte de Cristo). Uma festa foi estabelecida em memória desse acontecimento, isto é, o nascimento do sol, porque não se conhecia ao certo o dia exato do nascimento de Jesus”.
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida, contudo, as Escrituras fortemente, indicam que foi no começo do outono provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata.
Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Então como surgiu no mundo cristão do ocidente este costume? A Enciclopédia de Conhecimento Religioso explica-o claramente no seu artigo sobre o “Natal”: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da Brumália pagã (25 de dezembro), que se seguia à Saturnália (17-24 de dezembro). Celebrando o dia mais curto do ano e o “novo sol” ...As festividades pagãs, Saturnália e Brumália, estavam profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonados pelos cristãos após a adesão de Constantino ao cristianismo. A festividade pagã, acompanhada de bebedices e orgias, agradava tanto que os cristãos viram com agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la sem alteração no espírito e na forma.
Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, e eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a adesão do imperador ao cristianismo, que no século IV fez profissão de fé cristã; colocando o cristianismo, ao mesmo nível do paganismo, o mundo começou a aceitar, às centenas de milhares, este cristianismo popularizado pelo imperador.
A verdadeira origem do Natal então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez, o recebem do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Sabe-se bastante, de muitos documentos antigos, sobre este indivíduo que muito contribuiu para afastar, ainda mais, o homem de Deus. Ninrode era tão perverso que se diz que se casou com sua mãe, cujo nome era Semírades (Gêneses 10:8). Depois de sua morte prematura, a sua mãe e esposa Semírades, propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um espaço de árvore morta, e simbolizava o desabrochar do morto Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia do seu aniversário de nascimento, ela alegava que Ninrode visitaria a árvore sempre-viva e deixaria presentes nela. O dia do aniversário de Ninrode era 25 de dezembro. Esta é a verdadeira origem da Árvore de Natal! Portanto, durante os séculos IV e V, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotaram o novo “cristianismo “popular, levando consigo as suas antigas crenças e costumes pagãos, popularizando também a idéia da madona e da “virgem e o menino” especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações, repetem ano após ano esse tema popular da “virgem e o menino”.
Sim, e até mesmo o Papai Noel. O nome “Papai Noel” é uma corrupção do nome de “São Nicolau”, um bispo católico romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica volume 19, página 648 diz: “São Nicolau, bispo de Myra, um santo venerado pelos gregos e latinos no 6 de dezembro. A lenda de sua dádiva oferecida às escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido... diz-se ter originado o velho costume de dar presentes às escondidas na noite de S. Nicolau (dezembro 6), o que mais tarde foi transferido para o dia de natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (ou Papai Noel).
E a troca de presentes, não seria bíblica? Quando chega ao ponto culminante de toda esta observância natalina - a época de fazer compras de Natal - de comprar e trocar presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo: “Bem, pelo menos a Bíblia nos diz para assim proceder! Não deram presentes os reis magos do Oriente quando Cristo Nasceu? Suponha que sua mãe esteja aniversariando. E por isso deseja honrá-la neste dia. Compraria o irmão, presentes para todos, trocaria presentes com seus amigos e familiares, e esqueceria completamente de presentear aquela cujo nascimento deseja honrar?”.
Dádivas oferecidas a Cristo? (Mateus 2:1-11). Veja que perguntaram pelo menino Jesus, nascido Rei dos judeus. Então, por que lhe ofereceram presentes? Por ser dia do seu aniversário? De maneira alguma, pois chegaram muitos dias depois do seu nascimento! Eles deram as ofertas a Cristo e não para amigos e parentes! Por quê? Os povos do Oriente nunca chegavam na presença de reis ou de grandes personalidades sem um presente nas mãos. A rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um chefe de Estado levam consigo um presente. Eles levaram presentes para Cristo porque foram visitar o recém-nascido Rei dos judeus (Mt2:2).
Será que honra a Cristo realmente? Muitos argumentam: “Muito embora o Natal foi um costume pagão honrando o falso deus-sol, não mais se observa o natal para honrar o falso deus, mas sim para honrar a Cristo”. Porém como responde Deus em Sua palavra? (Deuteronômio 12:30-31. Leia também João 4:24 e Mateus 15:9).
O público crédulo e simples já se encontra tão envolvido com esta falsidade, que muitos ficam ofendidos quando se lhes diz a verdade. O “espírito do Natal” é revivido cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias, fazer festas cheias de bebida e comida e nada de fé ou exaltação ao Senhor Jesus.
Este é mais um dos muitos enganos de Satanás, o qual aparece como um “anjo de luz”. O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Bilhões de reais são gastos neste desperdício de mercadorias, a cada ano, enquanto que a causa e a pessoa de Cristo ficam esquecidos. Isto faz parte do sistema econômico de Babilônia! Nós alegamos que somos nações cristãs, porém, sem saber, estamos em Babilônia, tal como disse a profecia bíblica. Apocalípse 18:4 “Sai dela...”.
(ADAPTADO PELO REV. BIAS F DE FREITAS)