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19 novembro 2008

A verdadeira História do Natal

Como surgiu o Natal?


Este artigo é para você refletir sobre o consumismo exagerado no fim de ano, porque comprar presente para todos? para que gastar tanto?
O comércio na internet é um dos que mais vende neste período do ano, analise suas reais motivações para tantas compras e gastos de acordo com o texto abaixo.
De onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdades sur­preendentes que o alarmarão! Faça um teste. O que você sabe sobre a origem da árvore de Natal, do “Pa­pai Noel” da coroa de azevinho, e do costume de trocar presentes?
Como, quando surgiu o Natal pela primeira vez? Será o Natal re­almente a celebração do nascimen­to de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do meni­no Jesus?
Se o Natal é uma das maio­res festas cristãs, por que será que tantos pagãos o celebram também, você sabe?
Por que nessa época tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Será por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus? A res­posta poderá surpreendê-lo.
O que as enciclopédias afir­mam, desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que a aprova. Vejamos o que diz a Enciclopédia Católica edição inglesa de 1911 publicada pela igreja, sob o título “Natal”. “O Natal não era contado entre as primeira festas da Igreja... os primeiros indícios da festa pro­vém do Egito”. “Os costumes pa­gãos ocorridos durante as calendas de janeiro, lentamente modifica­ram-se na festa do Natal”.
A Enciclopédia Britânica, edi­ção de 1946, afirma: “O Natal não era contado entre as primeiras fes­tas da Igreja...”. Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridade bíblica. Foi ad­quirida mais tarde do paganismo.
A Enciclopédia Americana, edição de 1944, declara: “O Natal não foi celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral, era ce­lebrar a morte de pessoas impor­tantes em vez do nascimento. (A “Comunhão”, instituída por autori­dade bíblica no Novo Testamento, é o memorial da morte de Cristo). Uma festa foi estabelecida em me­mória desse acontecimento, isto é, o nascimento do sol, porque não se conhecia ao certo o dia exato do nascimento de Jesus”.
A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida, contudo, as Escrituras fortemente, indicam que foi no começo do ou­tono provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses de­pois da Páscoa. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorás­semos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completa­mente a data exata.
Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Então como surgiu no mundo cristão do ociden­te este costume? A Enciclopédia de Conhecimento Religioso explica-o claramente no seu artigo sobre o “Natal”: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da Brumá­lia pagã (25 de dezembro), que se seguia à Saturnália (17-24 de de­zembro). Celebrando o dia mais curto do ano e o “novo sol” ...As festividades pagãs, Saturnália e Brumália, estavam profundamente arraigadas nos costumes popula­res para serem abandonados pelos cristãos após a adesão de Constan­tino ao cristianismo. A festividade pagã, acompanhada de bebedices e orgias, agradava tanto que os cris­tãos viram com agrado uma descul­pa para continuar a celebrá-la sem alteração no espírito e na forma.
Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, e eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a ade­são do imperador ao cristianismo, que no século IV fez profissão de fé cristã; colocando o cristianismo, ao mesmo nível do paganismo, o mundo começou a aceitar, às cen­tenas de milhares, este cristianismo popularizado pelo imperador.
A verdadeira origem do Natal então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez, o recebem do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje do­mina o mundo. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primi­tiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Sabe-se bastante, de mui­tos documentos antigos, sobre este indivíduo que muito contribuiu para afastar, ainda mais, o homem de Deus. Ninrode era tão perverso que se diz que se casou com sua mãe, cujo nome era Semírades (Gêneses 10:8). Depois de sua morte prema­tura, a sua mãe e esposa Semírades, propagou a doutrina maligna da so­brevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um espaço de árvore morta, e simbolizava o de­sabrochar do morto Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia do seu ani­versário de nascimento, ela alega­va que Ninrode visitaria a árvore sempre-viva e deixaria presentes nela. O dia do aniversário de Nin­rode era 25 de dezembro. Esta é a verdadeira origem da Árvore de Natal! Portanto, durante os séculos IV e V, quando centenas de mi­lhares de pagãos do mundo roma­no adotaram o novo “cristianismo “popular, levando consigo as suas antigas crenças e costumes pagãos, popularizando também a idéia da madona e da “virgem e o menino” especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as deco­rações, repetem ano após ano esse tema popular da “virgem e o me­nino”.
Sim, e até mesmo o Papai Noel. O nome “Papai Noel” é uma corrupção do nome de “São Nico­lau”, um bispo católico romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica volume 19, página 648 diz: “São Nicolau, bispo de Myra, um santo venerado pelos gregos e latinos no 6 de dezembro. A lenda de sua dádiva oferecida às escondi­das, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido... diz-se ter originado o velho costume de dar presentes às escondidas na noite de S. Nicolau (dezembro 6), o que mais tarde foi transferido para o dia de natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (ou Papai Noel).
E a troca de presentes, não se­ria bíblica? Quando chega ao ponto culminante de toda esta observân­cia natalina - a época de fazer compras de Natal - de comprar e trocar presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo: “Bem, pelo menos a Bíblia nos diz para assim proceder! Não deram presentes os reis magos do Oriente quando Cristo Nasceu? Su­ponha que sua mãe esteja aniversa­riando. E por isso deseja honrá-la neste dia. Compraria o irmão, pre­sentes para todos, trocaria presen­tes com seus amigos e familiares, e esqueceria completamente de presentear aquela cujo nascimento deseja honrar?”.
Dádivas oferecidas a Cristo? (Mateus 2:1-11). Veja que pergun­taram pelo menino Jesus, nascido Rei dos judeus. Então, por que lhe ofereceram presentes? Por ser dia do seu aniversário? De maneira al­guma, pois chegaram muitos dias depois do seu nascimento! Eles de­ram as ofertas a Cristo e não para amigos e parentes! Por quê? Os povos do Oriente nunca chegavam na presença de reis ou de grandes personalidades sem um presente nas mãos. A rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um chefe de Estado levam consigo um presente. Eles levaram presentes para Cristo porque foram visitar o recém-nas­cido Rei dos judeus (Mt2:2).
Será que honra a Cristo real­mente? Muitos argumentam: “Mui­to embora o Natal foi um costume pagão honrando o falso deus-sol, não mais se observa o natal para honrar o falso deus, mas sim para honrar a Cristo”. Porém como res­ponde Deus em Sua palavra? (Deu­teronômio 12:30-31. Leia também João 4:24 e Mateus 15:9).
O público crédulo e simples já se encontra tão envolvido com esta falsidade, que muitos ficam ofendi­dos quando se lhes diz a verdade. O “espírito do Natal” é revivido cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias, fazer festas cheias de bebida e comida e nada de fé ou exaltação ao Senhor Jesus.
Este é mais um dos muitos en­ganos de Satanás, o qual aparece como um “anjo de luz”. O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Bilhões de reais são gastos neste desperdício de mer­cadorias, a cada ano, enquanto que a causa e a pessoa de Cristo ficam esquecidos. Isto faz parte do siste­ma econômico de Babilônia! Nós alegamos que somos nações cris­tãs, porém, sem saber, estamos em Babilônia, tal como disse a profe­cia bíblica. Apocalípse 18:4 “Sai dela...”.
(ADAPTADO PELO REV. BIAS F DE FREITAS)

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